Existem alguns elementos que para sempre irão nos remeter a um mundo repleto de modernidade e tecnologia . O teletransporte é um sonho de consumo de muitos. Evitaria trânsitos, atrasos, e até mesmo acidentes. Televisão portátil segue no mesmo molde. Conseguir ver seu programa preferido enquanto está em uma viagem, ou em um barco no meio do Pacífico, ou ainda parado no meio do trânsito, exatamente por não ter teletransporte!Enfim, poderia enumerar diversas situações que seriam salvas com uma tecnologia pioneira, mas venho mesmo é falar de uma tecnologia já um pouquinho antiga, mas que parece estar de volta, dessa vez com força total: o cinema 3D.
Eu não me recordo de ter visto um filme em 3D desde os tempos da primeira parte de Jurassic Park – Parque dos Dinossauros, com aqueles óculos polarizados, feitos de papelão, com uma lente de papel celofane azul e a outra vermelha, e que, mais dava vertigem do que realmente fazia algum efeito em terceira dimensão.
Recentemente a rede de cinemas americana Cinemark começou a implantar salas especiais e que traziam de volta o tal 3D. Não me empolguei, pois achava que seria igual da outra vez: tudo muito amador. Ledo engano.
Essa nova leva de filmes em terceira dimensão já nos trouxe títulos como Viagem ao centro da Terra, Bolt – super cão, Coraline e o mundo secreto e Os mosconautas – No mundo da lua. Agora, o Cinemark 3D tem uma grande novidade: uma película de terror, exatamente com essa tecnologia moderna (tudo bem, teve Scar - A marca do mal, mas foi fraco, então não contaremos como experiência válida).
A refilmagem de Dia dos namorados macabro (My bloody valentine, EUA, 2009), um filme de terror teen canadense do início da década de 80, traz exatamente a mesma historinha sem graça que o original. Um grupo de jovens, dez anos depois de um massacre no dia dos namorados, dentro de uma mina de carvão, volta a ser atacado pelo assassino do passado, o qual a polícia supostamente havia exterminado.
Sem grandes nomes, atuações e bons motivos, a fita, com pouco mais de uma hora e meia de duração, empolga mesmo apenas pelo fato de ser realizada completamente em 3D. Na trama, o algoz Harry Warden, por trabalhar em uma mina de carvão, se utiliza constantemente de uma picareta para massacrar suas vítimas.
Os óculos “emprestados” pelo cinema são semelhantes àqueles da Ray-ban que todo moderninho que se preze hoje em dia usa pra sair na balada – e que eu, particularmente, acho o cúmulo da cafonice. Totalmente preto, e mais largo nas bordas, ele cabe perfeitamente por cima dos óculos de grau, para pessoas – como eu – que não utilizam lentes de contato.
Fogo, sangue, picaretas voando e até mesmo armas perfeitamente apontadas para o expectador fazem de Dia dos namorados macabro 3D, uma experiência pra lá de divertida. Mas vá preparado para pagar um pouco – só um pouquinho – mais, afinal de contas, a tela especial e os óculos alugados, também têm seu preço. A fita estreou dia 13 deste mês, portanto, quem ainda não viu, tem algumas semanas pela frente para provar um pouco da volta dessa tecnologia tão intrigante que é o cinema em terceira dimensão.

Adorei a sensação de ter que desviar da picareta!!ahahahahah
ResponderExcluirBeijos
Que frase perigosa, e de duplo sentido!kkkkk
ResponderExcluirBrincadeira, gatchénha!
Bjo grande e obrigado por sempre comentar!
Aaaaaahahahahhahahahah...dessa vez eu fui tão inocente, juro!!!!rsrsrrs
ResponderExcluirbeijos, gato!